segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Filme revela o mar da perspectiva dos peixes

Com novas técnicas de filmagem, 'Oceans' estreia na França em janeiro.
Longa-metragem é dirigido por Jacques Perrin, criador de 'Microcosmos'.


'Oceans' usa novas técnicas de filmagem para acompanhar vida marinha.

O novo filme francês "Oceans" não apenas permite ao espectador "nadar" entre peixes, como abre uma janela para vidas submarinas repletas de emoção e carregadas de perigo.

Mais de 50 anos se passaram desde que o célebre mergulhador e documentarista francês Jacques Cousteau rodou o documentário "O mundo silencioso", e novos avanços técnicos facilitaram o trabalho de captar a vida da perspectiva dos peixes, disseram os diretores do filme.

"Inventamos muitos artefatos para podermos ser peixes entre os peixes, para testemunhar o que fizemos com nosso meio ambiente e, quando há poluição ou grandes pescas, vê-las como os peixes as veem", disse à Reuters um dos diretores, Jacques Perrin.

Mais de dez anos já se passaram desde o premiado "Microcosmos", a exploração da vida dos insetos narrada por Perrin e que proporcionou um close-up estranho da vida de insetos minúsculos vivendo em capinzais.


Desafio técnico

Graças a novas técnicas de câmera, "Oceans" traz tomadas violentas de guerras entre aranhas do mar, perseguições entre golfinhos, retratos de animais marinhos cuidando de sua prole e criaturas esdrúxulas diversas.

"Nossas máquinas não mostram apenas um personagem espetacular, mas sim uma intimidade com um animal nunca antes vislumbrado e ao qual nos apegamos de um momento a outro", disse Perrin.

Os novos métodos empregados incluem a inserção de câmeras dentro de envoltórios especiais e o uso de patins com os quais mergulhadores podem deslizar ao lado de grandes tubarões brancos.

Após dois anos de preparativos, quatro anos de filmagens e um ano de edição, "Oceans" será lançado na França em 27 de janeiro, um mês após a cúpula ambiental em Copenhague.


Proteção ambiental

Defensor do ambientalista francês Nicolas Hulot, Perrin disse que não sente a necessidade de pregar, mas espera contribuir para o debate sobre a proteção ambiental.

"Oceans" foi rodado em santuários marinhos ao longo de mais de 70 expedições em várias partes do mundo. Algumas de suas cenas ocorrem em um museu de espécies extintas, que se torna mais pungente por sabermos que os animais morreram devido à humanidade.

"Foi o caso do boto do rio Yang-tsé, que planejávamos filmar, mas o último animal remanescente da espécie desapareceu durante as filmagens", disse o co-diretor Jacques Cluzaud.

Apesar disso Perrin é otimista quanto ao futuro dos oceanos.

"O grito de esperança é mais forte que o grito de alarme", disse Perrin. "O mar ainda é rico. Nós o mutilamos e o fizemos sangrar, mas ele está ali e, se quisermos, as coisas podem recomeçar".

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Roman Polanski


Roman Polański

Nome completo Rajmund Roman Liebling
Data de nascimento 18 de agosto de 1933 (76 anos)
Local de nascimento Paris, França
Ocupação cineasta, ator, produtor, escritor
Cônjuge Barbara Lass (1959-1962)
Sharon Tate (1968-1969)
Emmanuelle Seigner (1989-)
Atividade 1953 - atualmente


Roman Polański, nome artístico de Rajmund Roman Liebling, (Paris, 18 de agosto de 1933) é um franco-polonês[1][2] nascido na França, diretor de cinema, produtor, roteirista e ator. Polanski iniciou sua carreira na Polônia, e depois se tornou um célebre[3] Cineasta de sucesso e prestígio na carreira, foi premiado com a Palma de Ouro do Festival de Cannes e com o Oscar de melhor diretor, ambos por seu filme O Pianista, de 2002, que tem como pano de fundo o Gueto de Varsóvia, onde esteve na infância, como judeu na Polônia ocupada pelos nazistas durante a II Guerra Mundial. Polanski é um dos melhores do mundo, conhecidos diretores de cinema contemporâneo e é amplamente considerado um dos maiores diretores de sua época.[4][5] Ele também é conhecido por suas polêmicas, turbulenta na vida pessoal e controversa.[6] Em 1969, a sua grávida esposa, Sharon Tate, foi assassinada pela Família Manson. Em 1977, ele foi condenado por intercurso sexual ilegal com menores, ele posteriormente fugiu dos Estados Unidos e é actualmente (desde 26 de setembro de 2009) sob prisão na Suíça, dependendo do processo de extradição.

Polanski fez o primeiro longa-metragem, Knife in the Water (1962), feito na Polónia, Polanski ganhou sua primeira indicação ao Oscar (de Melhor Filme Estrangeiro, 1963). Polanski deixou a Polônia comunista para viver na França há vários anos, antes de se mudar para a Inglaterra, onde colaborou com Gérard Brach em três filmes, começando com o Repulsion em 1965. Em 1968 mudou-se para os E.U.A., direcionando o filme de terror Baby, de 1968, de Hollywood de Rosemary. Depois de fazer vários filmes independentes, Polanski voltou a Hollywood em 1973 para fazer Chinatown para a Paramount Pictures, com Robert Evans serve como produtor. O filme foi indicado para um total de 11 Oscars, estrelas como Jack Nicholson e Faye Dunaway ambos receberam indicações para seus papéis e engenhosamente desenhados roteiro de Robert Towne ganhou o prêmio de Melhor Roteiro Original.[7] A principal crítica e sucesso de bilheteria da época de sua estréia no verão de 1974, Chinatown é considerada a maior realização de Polanski como cineasta.[carece de fontes?] O próximo filme de Polanski, The Tenant (1976), foi filmado na França, e completou o seu "Apartment Trilogy", na sequência Repulsion e Rosemary's Baby.

Em 1977, Polanski foi detido em Los Angeles e se declarou culpado de relações sexuais ilegais com menores, de uma garota de 13 anos (tinha 44 anos na época).[8] Liberado após 42 dias, de uma avaliação psiquiátrica, Polanski fugiu para a França e teve um mandado de detenção E.U. pendentes desde 1978[9] e um mandado de captura internacional desde 2005.[10] Polanski por muitos anos evitado visitas aos países que eram susceptíveis de extraditá-lo, como o Reino Unido e viajou principalmente entre a França, onde reside, e a Polónia. Como um cidadão francês, foi protegido na França pela extradição limitada do país com os Estados Unidos.[11] Em 26 de setembro de 2009, ele foi preso, a pedido das autoridades americanas, pela polícia suíça, na chegada no aeroporto de Zurique durante a tentativa de entrar na Suíça[10] para pegar uma realização da vida "Golden Icon Award" do Festival de Cinema de Zurique.

Depois de fugir para a Europa na sequência da sua condenação nos Estados Unidos em 1977, Polanski continuou a dirigir filmes, embora não houvesse quase uma pausa de sete anos entre 1979 a Tess (um drama romântico adaptado da novela de Thomas Hardy Tess, de 1891, do Urbervilles d', dedicado à memória de sua falecida esposa, Sharon Tate) e Os Piratas em 1986, uma comédia de aventura. Mais tarde, filmes incluem Frantic (1988), Death and the Maiden (1994), The Ninth Gate (1999), The Pianist (2002), e Oliver Twist (2005). O mais notável de seus filmes mais tarde é O Pianista, a Segunda Guerra Mundial-set adaptação da autobiografia de mesmo nome de músico judeu-polonês Wladyslaw Szpilman, cujas experiências têm semelhanças com o próprio Polanski (Polanski, como Szpilman, escapou do gueto e campos de concentração, enquanto os membros da família não). O filme ganhou três Oscar, incluindo Melhor Diretor (2002), d'o Festival de Cannes Palma de Ouro (2002), e sete Césars francês, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Ele também fez trabalhos ocasionais no teatro.

Biografia

Polański nasceu em Paris com o nome de Rajmund Liebling, filho de Ryszard Polański (também conhecido por Ryszard Liebling), de religião judaica, e Bula Polański (nome de solteira Katz), uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia. A sua mãe morreu num campo de concentração, mas ele conseguiu evitar a prisão e o envio aos campos escapando do Gueto de Varsóvia, e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Ao final da guerra estudou na Polônia, tendo concluído estudos na escola de cinema de Łódź, em 1959.

Seu primeiro filme de longa-metragem, realizado em 1962 e falado em polonês, A Faca na Água, recebeu boa acolhida da crítica e o lançou numa carreira internacional dirigindo filmes em inglês e francês.

Trabalhou como ator nos filmes Uma Simples Formalidade (1994), do diretor Giuseppe Tornatore, O Inquilino (1976), do próprio, e Dança dos Vampiros (1967), também dirigido por ele.

Casado com a atriz francesa Emmanuelle Seigner desde 1989, entre seus principais trabalhos estão Repulsa ao Sexo, O Bebê de Rosemary e Chinatown .

Crimes

Sua mulher Sharon Tate (que estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal) foi assassinada brutalmente no dia 9 de agosto de 1969 por integrantes da Família Manson, liderada pelo psicopata Charles Manson, num dos mais famosos e bárbaros crimes da história criminal americana.

Outra polêmica na vida do cineasta é o fato de que não vai aos Estados Unidos desde 1978, por ter saído do país antes de poder ser condenado por "relação sexual ilícita com uma menor de 14 anos", e assim é considerado fugitivo da justiça. Desde então vive na França, tendo ele próprio assumido o crime em 1977, quando a adolescente tinha somente 13 anos. Em 27 de setembro de 2009, a convite do Festival de Cinema de Zurique, viajou à Suíça para receber um prémio pela sua carreira cinematográfica, e acabou sendo preso pelas autoridades helvéticas sob a alegação que um mandado internacional de prisão contra ele estava em vigor, devido à condenação acima citada.

Filmografia

* 2009 - The Ghost (pós-produção)
* 2005 - Oliver Twist
* 2002 - O Pianista (The Pianist)
* 1999 - O Último Portal (The Ninth Gate)
* 1994 - A Morte e a Donzela (Death and the Maiden)
* 1994 - Uma Simples Formalidade (Una Pura Formalità) - como ator
* 1992 - Lua de Fel (Bitter Moon)
* 1988 - Busca Frenética (Frantic)
* 1986 - Piratas (Pirates (filme))
* 1979 - Tess
* 1976 - O Inquilino (Le Locataire / The Tenant)
* 1974 - Chinatown (Chinatown (filme))
* 1973 - Quê? (What?)
* 1971 - Macbeth (The Tragedy of Macbeth)
* 1968 - O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby)
* 1967 - A Dança dos Vampiros (Dance of the Vampires)
* 1966 - Armadilha do Destino (Cul-de-sac)
* 1965 - Repulsa ao Sexo (Repulsion (filme))
* 1964 - Les plus belles escroqueries du monde
* 1962 - Nóz w wodzie
* 1962 - Sszaki
* 1961 - Gruby i chudy
* 1959 - Gdy spadaja anioly...
* 1959 - Lampa
* 1958 - Dwaj ludzie z szafa
* 1957 - Morderstwo
* 1957 - Rozbijemy zabawe
* 1957 - Usmiech zebiczny
* 1955 - Rower

Premiações

* Recebeu 3 indicações ao Oscar de Melhor Diretor, por "Chinatown" (1974), "Tess" (1979) e "O Pianista" (2002). Venceu em 2002.
* Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Roteiro Adaptado, por "O Bebê de Rosemary" (1968).
* Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Diretor, por "Chinatown" (1974) e "Tess" (1979). Venceu em 1974.
* Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Roteiro, por "O Bebê de Rosemary" (1968).
* Ganhou o Urso de Ouro, no Festival de Berlim, com "Armadilha do Destino" (1966).
* Ganhou o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Berlim, por "Repulsa ao Sexo" (1965).
* Ganhou o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Veneza, por "Nóz w wodzie" (1962).
* Recebeu uma indicação ao BAFTA, na categoria de Melhor Diretor, por "Chinatown" (1974).
* Ganhou o César de Melhor Filme e Melhor Diretor, por "Tess" (1979).
* Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards, na categoria de Melhor Diretor, por "A Morte e a Donzela" (1994).
* Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Americano, por "Chinatown" (1974).

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Elenco de ‘Lua nova’ relembra como foi primeiro beijo

Atores contam como foi sua primeira experiência ao namorar.
Kellan Lutz diz que gostava dos batons com sabor das meninas.



Bella e Edward estão descobrindo o amor ao longo da “Saga Crepúsculo”, mas a revista norte-americana “People” quis saber como foram os primeiros beijos, na vida real, dos atores que fazem o filme.


Kellan Lutz, que interpreta o vampiro Emmet Cullen, contou que sua “estreia” aconteceu aos 7 anos. E Peter Facinelli, o patriarca da família Cullen, contou que quase ficou com um olho roxo.


De acordo com a reportagem, Lutz estava participando de um ‘Jogo da Verdade’ quando foi desafiado a dar seu primeiro beijo. “Eu tinha provavelmente 7 anos. Aprendi a segurar uma garota e ganhei como melhor beijo”, lembra, orgulhoso, que confessou gostar de beijar as meninas por causa dos batons com gosto.


Facinelli deu seu primeiro beijo em um festival, em Nova York, aos 15 anos. “Deu tudo errado. Descobri que a garota com quem estava saindo tinha um namorado. O sujeito ficou muito bravo que eu estava beijando a namorada dele e quase me bateu.”


Já Nikki Reed, que interpreta a vampira Rosalie Hale, disse à “People” que não se lembra de seu primeiro beijo. Ao ver as cenas de amor entre Bella e Edward, não se empolgou muito para comentar. "Não acho nada de mais isso. Sou uma atriz e vejo as pessoas se beijarem o tempo todo.”

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Filme brasileiro denuncia massacre de mendigos nos anos 60

'Topografia de um desnudo' foi destaque no festival de Viña del Mar.
Dirigido por Teresa Aguiar, longa é adaptação de livro de Jorge Díaz.



Gracindo Júnior e Lima Duarte em cena do filme 'Topografia de um desnudo'.
O Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar exibiu nesta sexta-feira (20) a estreia mundial do filme "Topografia de um desnudo", obra prima da brasileira Teresa Aguiar, que denuncia uma operação de extermínio de mendigos pela polícia no Brasil nos anos 60.
Baseado no roteiro homônimo do dramaturgo chileno Jorge Díaz, o longa retrata a "operação mata-mendigos", como foi denominada na época, como um processo de limpeza social às vésperas da visita da rainha Elizabeth II da Inglaterra ao Brasil.
O saldo da operação, prévia ao golpe de estado de 1964 que derrubou o presidente João Goulart, foi de mais de dez indigentes torturados e assassinados, que dias depois apareceram flutuando nos rio Guandu e Guarda.
O encontro da diretora com a obra do chileno ocorreu em 1972, quando Aguiar visitou Manizales, na Colômbia, para fazer um espetáculo teatral, e onde, por sua vez, estava sendo apresentada também a "Topografia de um desnudo".
"Para nós foi uma surpresa. Não conhecíamos esses casos. Falei várias vezes com Jorge Díaz por telefone e perguntei a ele: como o senhor ficou sabendo disso? Ele só encolheu os ombros", relatou Aguiar, antes de partir a São Paulo, onde nesta mesma sexta (20) estreia o filme no Brasil.
"Quando chegamos ao país, o traduzimos. O texto foi retido pela censura durante 15 anos. Depois começou a luta contra a censura econômica, que é a que nos impede fazer tudo na vida", explicou Aguiar, quem demorou 25 anos para levar a obra à telona.
Diante dos preparativos para a realização do Mundial de Futebol e das Olimpíadas no Brasil, Aguiar criticou que está ocorrendo uma situação parecida nas ruas, de onde, segundo conta, "a Polícia recolhe os mendigos quando os responsáveis internacionais por estes eventos circulam pelas capitais".
"Nosso grito de guerra é o seguinte: com mendigos na rua não há Olimpíadas nem Mundial de Futebol. Falarei em 22 de dezembro, em um ato em que fui convidada e em que estará Lula (o presidente Luiz Inácio Lula da Silva) assinará um documento para que os direitos das pessoas que vivem na rua sejam preservados", assinalou a cineasta.
"Não sei qual será meu futuro depois disto, mas eu direi bem claro", acrescentou.
Como professora de arte dramática, a diretora levou inicialmente a obra aos palcos teatrais de São Paulo, mas finalmente decidiu transferi-la para o cinema com uma "grande motivação": "discutir esse problema com mais pessoas".
É protagonista no filme o ator Lima Duarte, que após a projeção do filme destacou a necessidade de divulgar fatos como estes para que não voltem a ser repetidos.
Na introdução do texto de Díaz, homenageado no Chile com o Prêmio Nacional de Artes Audiovisuais e da Representação em 1993, o dramaturgo assinala que "a obra está baseada em um fato real ocorrido no Brasil na década de 60, e que os jornais informaram na época".
"É um testemunho livremente concebido que não pretende reproduzir rigorosamente os personagens nem os detalhes do ocorrido, mas os fatos poderiam ocorrer em qualquer país onde se encontre injustiça, repressão e violência", adverte o também autor de "El cepillo de Dientes (A escova de dentes, em livre tradução)".

terça-feira, 17 de novembro de 2009

'2012' arrasta multidão aos cinemas nos Estados Unidos


Filme arrecadou US$ 65 milhões nas bilheterias.
'Os fantasmas de Scrooge' ficou em segundo lugar.


Uma multidão aderiu às bilheterias dos Estados Unidos com a estreia do filme "2012", que atraiu milhares de espectadores aos cinemas e uma receita de US$ 65 milhões no primeiro final de semana de exibição.

O novo filme Roland Emmerich utiliza como pano de fundo o fim de um ciclo do calendário maia e as irregularidades no comportamento do sol para arrasar quase todos os continentes e reduzir a população mundial de bilhões para apenas centenas.

"A arrecadação diz que Emmerich é um cineasta incrível cujo trabalho repercute no mundo todo. Com este filme ganhou destaque pelos impressionantes efeitos especiais e à história", disse à revista "Variety" o presidente de distribuição internacional de Sony, Rory Bruer.

Em segundo lugar na bilheteria foi para o longa-metragem de Robert Zemeckis "Os fantasmas de Scrooge", com US$ 22,3 milhões, em tanto que a comédia "The Men Who Stare at Goats", com George Clooney, ocupou a terceira posição, com 6,2 milhões.


Ranking

A última surpresa de Hollywood, o drama independente "Precious", já se está na quarta colocação com US$ 6 milhões, um lucro já que conta só com 174 cópias em circulação.

O filme narra o pesadelo de uma jovem de 16 anos grávida para escapar do jugo de sua mãe - um doente mental interpretada por Mo'Nique - e valer-se por si mesma no bairro do Harlem, em Nova York.

A quinta posição é para "This is it", o filme sobre Michael Jackson, que somou US$ 5,1 milhões mais para um total de US$ 67,2 milhões desde sua estreia.

Além disso, o filme revelação do ano, a aterrorizante "Atividade paranormal", ultrapassou a barreira dos US$ 100 milhões graças aos US$ 4,2 milhões arrecadados neste final de semana.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Jake Gyllenhaal pode estrelar novo filme do filho de David Bowie

'Source code' mostra soldado que revive explosão de trem repetidas vezes.
Suspense terá mesmo produtor de 'O resgate do soldado Ryan'.


Jake Gyllenhaal está negociando estrelar o suspense "Source code", que será dirigido por Duncan Jones, filho do cantor David Bowie. De acordo com a revista "Variety", o filme terá produção de Mark Gordon, que trabalhou em "O resgate do soldado Ryan".

Jake Gyllenhaal pode viver soldado que tenta solucionar mistério
O longa-metragem conta a história de um soldado que acorda no corpo de um passageiro desconhecido e é forçado a viver e reviver repetidas vezes a explosão de um trem, até que ele possa determinar quem é o responsável pela bomba. A produção deve começar no início de 2010.


"Source code" será o segundo longa de Duncan Jones, que estreou nos cinemas este ano com a ficção científica "Moon", lançada em julho nos EUA.


Atualmente, Gyllenhaal está rodando "Love and other drugs", dirigido por Ed Zwick. O ator, que foi indicado ao Oscar de melhor coadjuvante por "O segredo de Brokeback Mountain", voltará às telas nos próximos meses no drama de guerra "Brothers", de Jim Sheridan, e na aventura da Disney "Prince of Persia".

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Diretor de 'Forrest Gump' adapta conto de Charles Dickens para o cinema

Animação 'Os fantasmas de Scrooge' é dublada por Jim Carrey.
Filme tem estreia mundial na próxima sexta-feira (6).



Pegue um clássico conto de Natal, acrescente uma dose de Jim Carrey e uma pitada de tecnologia inovadora. Asse por 96 minutos, à moda de Hollywood, e o resultado é "Os fantasmas de Scrooge", a versão mais recente da história escrita no século 19 por Charles Dickens, que chega aos cinemas mundiais na sexta-feira (6).

Descrita como filme que garante "emoções multissensoriais", a versão animada em 3D criada pela Walt Disney do clássico conto de fantasmas de Dickens surge após mais de 20 versões anteriores feitas para o cinema e a TV, incluindo as que foram estreladas por Barbie, Mickey e os Muppets.

Mas o diretor Robert Zemeckis acredita que nenhuma das versões anteriores captou a visão original de Dickens. O diretor premiado com o Oscar por "Forrest Gump" acha que desta vez acertou a mão.

"Acho que esta talvez seja a maior história sobre viagens no tempo já escrita na língua inglesa", diz Zemeckis.

Conhecido por representar múltiplas personalidades em "Eu, eu mesmo & Irene", Jim Carrey faz a voz e a imagem do sovina Ebenezer Scrooge - em todas as idades - e também os fantasmas do Natal Passado, Presente e Ainda por Vir.

"Cada espírito é um aspecto do próprio Scrooge", explica Carrey. "Acho que Scrooge é um cara que foi abandonado e nunca foi amado. Ele foi sendo decepcionado pela vida, repetidas vezes."

Horror, humor e diversão natalina

O filme de Zemeckis não se desvia da história conhecida de Dickens, na qual Scrooge inicia o feriado natalino com desprezo pelo Natal e então é visitado por espíritos que o ajudam a abrir seu coração para desfazer os anos de má-vontade em relação a sua família, seu fiel empregado e o menino doente Tiny Tim.

O filme emprega a tecnologia que Zemeckis já usou em "Expresso polar" (2004) e "Beowulf" (2007), que funde a imagem e as expressões faciais dos atores com personagens animados, criados por computador.

Com isso, Carrey, Gary Oldman, Bob Hoskins e Robin Wright conseguem encarnar vários personagens, dando a Zemeckis a liberdade de levar os espectadores em uma viagem pelo tempo, o espaço e o céu cheio de neve da Londres vitoriana, ao mesmo tempo acrescentando elementos de horror e comédia de pastelão ao filme.

Scrooge já foi representado por atores que vão desde o britânico Alastair Sim, em versão feita para o cinema em preto e branco em 1951, até Bill Murray em "Os fantasmas contra-atacam" (1988) e Michael Caine em "The muppet Christmas Carol" (1992).