quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

'Homem-aranha 4' é adiado por disputa e John Malkovich pode fazer vilão

John Malkovich pode fazer vilão em 'Homem-Aranha 4'

Segundo site americano, ator estaria negociando participação.
Anne Hathaway também pode integrar elenco da sequência.



John Malkovich pode integrar o elenco do filme "Homem-Aranha 4", de acordo com informações site americano "Movieline" publicadas nesta terça-feira (8). O ator estaria negociando o papel do vilão Abutre (The Vulture) no quarto longa-metragem da série, que deve chegar aos cinemas dia 6 de maio de 2011.


O site ainda afirma que Anne Hathaway seria a principal candidata para o papel de Felicia Hardy, personagem que se transformaria na vilã Vulturess. Rachel Adams e Julia Stiles também estariam concorrendo à vaga.


"Homem-Aranha 4" terá direção de Sam Raimi, que também assinou as três primeiras produções, e já tem confirmado o ator Tobey Maguire novamente na pele do protagonista Peter Parker. A atriz Kirsten Dunst também tem participação certa no elenco, como Mary Jane Watson.


O quarto "Homem-Aranha" deve começar a ser rodado em 2010. O estúdio não divulgou informações sobre a trama do novo longa-metragem. Desde o lançamento do primeiro filme, em 2002, a série "Homem-Aranha" já faturou cerca de US$ 2,5 bilhões em bilheterias no mundo inteiro.

Diretor e estúdio divergem sobre vilão da nova trama.
Produção começaria no primeiro semestre deste ano.


A próxima sequência de "Homem-aranha" está tendo dificuldades de sair do papel. A Sony e o diretor Sam Raimi vêm se desentendendo quanto à direção a seguir com relação aos vilões do próximo filme. O impasse levou o estúdio a adiar o início da produção, que era para o primeiro semestre deste ano, e potencialmente adiar o lançamento do filme, que até agora estava previsto para 11 de maio de 2011.

Raimi quer que o antagonista principal do filme seja um criminoso conhecido como Vulture (Abutre). Já o estúdio não gosta da ideia do malfeitor alado e defende a inclusão de uma subtrama romântica envolvendo uma ladra chamada Black Cat (Gata Negra), além de outro vilão.

Uma sucessão de roteiristas já tentou casar as visões distintas das duas partes, mas sem sucesso.

O dramaturgo premiado com o Pulitzer David Lindsay-Abaire ("Rabbit hole") foi contratado em outubro de 2008 para redigir uma versão do roteiro, partindo de uma versão anterior de James Vanderbilt ("Zodíaco"). No ano passado a Sony convocou a ajuda de Gary Ross, indicado ao Oscar por seu roteiro adaptado de "Seabiscuit" (2003), que ele também dirigiu. A versão mais recente está sendo escrita por Alvin Sargent.

A notícia do conflito entre Raimi e a Sony foi divulgada pela primeira vez em dezembro no site IESB, mas a Sony a refutou, dizendo que "não há nada de incomum" em modificar roteiros.

As visões discordantes sobre o vilão têm sua origem na criação de "Homem-aranha 3."

Fã de Homem-aranha desde a estreia do personagem, nos anos 1960, Raimi queria usar naquele filme o vilão clássico Vulture além de Sandman (Homem-areia), outra criação clássica. O estúdio o pressionou a usar Venom, personagem introduzido no fim dos anos 1980, porque achou que, com sua origem simbiótica extraterrestre, o personagem se prestaria à criação de materiais de marketing mais eficazes e seria uma maneira de atrair o público adolescente.

Embora tenha atraído US$ 890 milhões para sua teia mundial, "Homem-aranha 3" foi reprovado pela comunidade de fãs inveterados e também por muitos críticos.

Ainda é possível que a produção de "Homem-aranha 4" comece até o próximo verão norte-americano. Fontes da Sony dizem que o filme ainda pode conservar sua data de lançamento prevista atualmente, mas o adiamento para uma data posterior em 2011 talvez seja mais provável, já que não há até agora um roteiro final para o projeto, carregado de efeitos visuais.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Filme sobre Lula 'não tem nada de político', diz Glória Pires

'Lula, o filho do Brasil' chega aos cinemas nesta sexta-feira (1).
Em entrevista ao G1, atriz conta como foi interpretar a mãe do presidente.



O nome do filme é "Lula, o filho do Brasil", mas bem que poderia ser "Dona Lindu, a mãe do Brasil". Isso porque no longa-metragem de Fábio Barreto, que chega aos cinemas nesta sexta-feira (1), a história do presidente da República acaba dando destaque à figura de Dona Lindu, mãe de Lula, interpretada por Glória Pires.

No drama, Gloria Pires vive Dona Lindu, mãe de Luiz Inácio Lula da Silva


"A Dona Lindu é a alma do filme", afirma Glória, que diz ter encarado o papel "com muito respeito e responsabilidade". É a relação entre o Luiz Inácio Lula da Silva e a mãe que serve de fio condutor à história, que começa com o nascimento dele, no interior de Pernambuco e a mudança da família para São Paulo.


"Eu não interpreto a mãe do presidente, eu interpreto a mãe do Luiz Inácio. O filme não tem nada de político", afirma a atriz de 46 anos em entrevista ao G1. "O trabalho não é falar do que ele é hoje, mas das origens dele, da infância, da juventude", diz Glória sobre a cinebiografia do presidente.



Críticas

Glória Pires conta que se irritou com algumas críticas que "Lula, o filho do Brasil" teria recebido nas últimas semanas em função de uma suposta conotação política da produção. "Isso é totalmente ridículo", diz Glória. "Essa especulação só serve para encher folhas de jornais, mas acaba sendo bom para o filme, porque estimula as pessoas a irem ao cinema ver com seus próprios olhos."


Para a atriz, que atualmente mora na França com sua família, o longa-metragem é "uma injeção de auto-estima para o brasileiro". "O público vai ver uma heroína firme, obstinada, batalhadora, que mantém o bom humor mesmo nas adversidades", diz.


Mas Glória acrescenta que o sucesso do filme também é mérito do protagonista Rui Ricardo Diaz, que interpreta Lula adulto. Ela não economiza elogios ao ator: "Ele é um querido, um profissional totalmente dedicado e sério. Acho que ele faz o que tem de mais difícil, porque imitar o Lula é fácil, difícil é ser o Lula na tela."

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

'Avatar' lidera as bilheterias brasileiras no final de semana de estreia

Longa de James Cameron rendeu R$ 8,4 milhões, segundo Filme B.
Produção desbancou 'Lua nova', que liderava desde novembro.


O filme "Avatar", de James Cameron, liderou as bilheterias brasileiras em sua estreia neste final de semana. O longa-metragem, que explora os recursos de cinema 3D e IMAX e abriu em 652 salas nacionais, fez R$ 8,4 milhões ingressos no país, segundo dados do site especializado Filme B. Ainda de acordo com a empresa, o público total de "Avatar" no período foi de 750 mil espectadores.
Na América do Norte, "Avatar" arrecadou U$ 73 milhões durante os primeiros dias de exibição. No Reino Unido, o longa vendeu 8,5 milhões de libras em ingressos (cerca de R$ 24 milhões). Em todo o mundo, o filme de James Cameron acumulou US$ 242,5 milhões em seu final de semana de estreia.

"Avatar" é o primeiro longa-metragem de Cameron desde "Titanic", de 1997. O filme sobre o naufrágio do famoso navio é até hoje a produção mais rentável da história do cinema, com US$ 1,8 bilhões arrecadados em bilheterias mundiais.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Público do cinema nacional aumenta cerca de 80% em 2009


O longa "Besouro" foi sucesso em 2009
Frequência geral dos cinemas cresceu 14% no ano.
Estimativa é do Sindicato dos Distribuidores do Rio.



O ano de 2009 deu ao cinema nacional motivos para comemorar: o público dos filmes brasileiros cresceu cerca de 80% em relação a 2008, de acordo com estimativa do Sindicato das Empresas Distribuidoras Cinematográficas do Rio divulgada nesta quinta-feira (17).



Segundo dados medidos até novembro, a produção nacional teve cerca de 15,7 milhões de ingressos vendidos, contra 8,8 milhões em 2008, representando 15% do público total. Em relação à bilheteria, os filmes brasileiros foram responsáveis por 14,7% da renda bruta com R$ 129,3 milhões. Sucessos como "Se eu fosse você 2" e "Besouro" contribuiram para o resultado.



A estimativa do sindicato ainda mostra que a frequência geral dos cinemas brasileiros cresceu aproximadamente 14%, passando de 89,4 milhões em 2008 para 102 milhões em 2009.



"Quando o cinema brasileiro cresce, o mercado cresce junto. Os bons lançamentos deste ano fizeram o público do cinema brasileiro quase dobrar", diz o presidente do sindicato, Jorge Peregrino.



Os dados também revelam que o número de salas de cinema teve um aumento de 2%, com 47 novos pontos no país. Entretanto, o número de salas equipadas para projeção 3D digital cresceu de 23, em 2008, para 105, ao fim de 2009.



Os números finais da entidade, com o consolidado de todo o ano, devem ser divulgados na segunda quinzena de janeiro.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Academia revela candidatos ao Oscar de efeitos especiais


O Oscar de efeitos especiais


Mais uma relação de pré selecionados ao próximo Oscar foi divulgada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Desta vez, da categoria de melhores efeitos especiais.

Foram 15 os filmes anunciados, sendo que esta lista ainda irá diminuir. No início de janeiro o Comitê Executivo da Seção de Efeitos Especiais indicará apenas sete filmes, que disputarão as três indicações da categoria para o Oscar.

Confira abaixo os filmes que seguem na disputa pela estatueta dourada:

- 2012
- Avatar
- Força G
- Distrito 9
- Star Trek
- Anjos e Demônios
- Sherlock Holmes
- Watchmen – O Filme
- Onde Vivem os Monstros
- G.I. Joe – A Origem de Cobra
- Coraline e o Mundo Secreto
- Os Fantasmas de Scrooge
- Harry Potter e o Enigma do Príncipe
- O Exterminador do Futuro – A Salvação
- Transformers – A Vingança dos Derrotados

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Filme revela o mar da perspectiva dos peixes

Com novas técnicas de filmagem, 'Oceans' estreia na França em janeiro.
Longa-metragem é dirigido por Jacques Perrin, criador de 'Microcosmos'.


'Oceans' usa novas técnicas de filmagem para acompanhar vida marinha.

O novo filme francês "Oceans" não apenas permite ao espectador "nadar" entre peixes, como abre uma janela para vidas submarinas repletas de emoção e carregadas de perigo.

Mais de 50 anos se passaram desde que o célebre mergulhador e documentarista francês Jacques Cousteau rodou o documentário "O mundo silencioso", e novos avanços técnicos facilitaram o trabalho de captar a vida da perspectiva dos peixes, disseram os diretores do filme.

"Inventamos muitos artefatos para podermos ser peixes entre os peixes, para testemunhar o que fizemos com nosso meio ambiente e, quando há poluição ou grandes pescas, vê-las como os peixes as veem", disse à Reuters um dos diretores, Jacques Perrin.

Mais de dez anos já se passaram desde o premiado "Microcosmos", a exploração da vida dos insetos narrada por Perrin e que proporcionou um close-up estranho da vida de insetos minúsculos vivendo em capinzais.


Desafio técnico

Graças a novas técnicas de câmera, "Oceans" traz tomadas violentas de guerras entre aranhas do mar, perseguições entre golfinhos, retratos de animais marinhos cuidando de sua prole e criaturas esdrúxulas diversas.

"Nossas máquinas não mostram apenas um personagem espetacular, mas sim uma intimidade com um animal nunca antes vislumbrado e ao qual nos apegamos de um momento a outro", disse Perrin.

Os novos métodos empregados incluem a inserção de câmeras dentro de envoltórios especiais e o uso de patins com os quais mergulhadores podem deslizar ao lado de grandes tubarões brancos.

Após dois anos de preparativos, quatro anos de filmagens e um ano de edição, "Oceans" será lançado na França em 27 de janeiro, um mês após a cúpula ambiental em Copenhague.


Proteção ambiental

Defensor do ambientalista francês Nicolas Hulot, Perrin disse que não sente a necessidade de pregar, mas espera contribuir para o debate sobre a proteção ambiental.

"Oceans" foi rodado em santuários marinhos ao longo de mais de 70 expedições em várias partes do mundo. Algumas de suas cenas ocorrem em um museu de espécies extintas, que se torna mais pungente por sabermos que os animais morreram devido à humanidade.

"Foi o caso do boto do rio Yang-tsé, que planejávamos filmar, mas o último animal remanescente da espécie desapareceu durante as filmagens", disse o co-diretor Jacques Cluzaud.

Apesar disso Perrin é otimista quanto ao futuro dos oceanos.

"O grito de esperança é mais forte que o grito de alarme", disse Perrin. "O mar ainda é rico. Nós o mutilamos e o fizemos sangrar, mas ele está ali e, se quisermos, as coisas podem recomeçar".

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Roman Polanski


Roman Polański

Nome completo Rajmund Roman Liebling
Data de nascimento 18 de agosto de 1933 (76 anos)
Local de nascimento Paris, França
Ocupação cineasta, ator, produtor, escritor
Cônjuge Barbara Lass (1959-1962)
Sharon Tate (1968-1969)
Emmanuelle Seigner (1989-)
Atividade 1953 - atualmente


Roman Polański, nome artístico de Rajmund Roman Liebling, (Paris, 18 de agosto de 1933) é um franco-polonês[1][2] nascido na França, diretor de cinema, produtor, roteirista e ator. Polanski iniciou sua carreira na Polônia, e depois se tornou um célebre[3] Cineasta de sucesso e prestígio na carreira, foi premiado com a Palma de Ouro do Festival de Cannes e com o Oscar de melhor diretor, ambos por seu filme O Pianista, de 2002, que tem como pano de fundo o Gueto de Varsóvia, onde esteve na infância, como judeu na Polônia ocupada pelos nazistas durante a II Guerra Mundial. Polanski é um dos melhores do mundo, conhecidos diretores de cinema contemporâneo e é amplamente considerado um dos maiores diretores de sua época.[4][5] Ele também é conhecido por suas polêmicas, turbulenta na vida pessoal e controversa.[6] Em 1969, a sua grávida esposa, Sharon Tate, foi assassinada pela Família Manson. Em 1977, ele foi condenado por intercurso sexual ilegal com menores, ele posteriormente fugiu dos Estados Unidos e é actualmente (desde 26 de setembro de 2009) sob prisão na Suíça, dependendo do processo de extradição.

Polanski fez o primeiro longa-metragem, Knife in the Water (1962), feito na Polónia, Polanski ganhou sua primeira indicação ao Oscar (de Melhor Filme Estrangeiro, 1963). Polanski deixou a Polônia comunista para viver na França há vários anos, antes de se mudar para a Inglaterra, onde colaborou com Gérard Brach em três filmes, começando com o Repulsion em 1965. Em 1968 mudou-se para os E.U.A., direcionando o filme de terror Baby, de 1968, de Hollywood de Rosemary. Depois de fazer vários filmes independentes, Polanski voltou a Hollywood em 1973 para fazer Chinatown para a Paramount Pictures, com Robert Evans serve como produtor. O filme foi indicado para um total de 11 Oscars, estrelas como Jack Nicholson e Faye Dunaway ambos receberam indicações para seus papéis e engenhosamente desenhados roteiro de Robert Towne ganhou o prêmio de Melhor Roteiro Original.[7] A principal crítica e sucesso de bilheteria da época de sua estréia no verão de 1974, Chinatown é considerada a maior realização de Polanski como cineasta.[carece de fontes?] O próximo filme de Polanski, The Tenant (1976), foi filmado na França, e completou o seu "Apartment Trilogy", na sequência Repulsion e Rosemary's Baby.

Em 1977, Polanski foi detido em Los Angeles e se declarou culpado de relações sexuais ilegais com menores, de uma garota de 13 anos (tinha 44 anos na época).[8] Liberado após 42 dias, de uma avaliação psiquiátrica, Polanski fugiu para a França e teve um mandado de detenção E.U. pendentes desde 1978[9] e um mandado de captura internacional desde 2005.[10] Polanski por muitos anos evitado visitas aos países que eram susceptíveis de extraditá-lo, como o Reino Unido e viajou principalmente entre a França, onde reside, e a Polónia. Como um cidadão francês, foi protegido na França pela extradição limitada do país com os Estados Unidos.[11] Em 26 de setembro de 2009, ele foi preso, a pedido das autoridades americanas, pela polícia suíça, na chegada no aeroporto de Zurique durante a tentativa de entrar na Suíça[10] para pegar uma realização da vida "Golden Icon Award" do Festival de Cinema de Zurique.

Depois de fugir para a Europa na sequência da sua condenação nos Estados Unidos em 1977, Polanski continuou a dirigir filmes, embora não houvesse quase uma pausa de sete anos entre 1979 a Tess (um drama romântico adaptado da novela de Thomas Hardy Tess, de 1891, do Urbervilles d', dedicado à memória de sua falecida esposa, Sharon Tate) e Os Piratas em 1986, uma comédia de aventura. Mais tarde, filmes incluem Frantic (1988), Death and the Maiden (1994), The Ninth Gate (1999), The Pianist (2002), e Oliver Twist (2005). O mais notável de seus filmes mais tarde é O Pianista, a Segunda Guerra Mundial-set adaptação da autobiografia de mesmo nome de músico judeu-polonês Wladyslaw Szpilman, cujas experiências têm semelhanças com o próprio Polanski (Polanski, como Szpilman, escapou do gueto e campos de concentração, enquanto os membros da família não). O filme ganhou três Oscar, incluindo Melhor Diretor (2002), d'o Festival de Cannes Palma de Ouro (2002), e sete Césars francês, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Ele também fez trabalhos ocasionais no teatro.

Biografia

Polański nasceu em Paris com o nome de Rajmund Liebling, filho de Ryszard Polański (também conhecido por Ryszard Liebling), de religião judaica, e Bula Polański (nome de solteira Katz), uma católica. Em 1937, a sua família voltou à Polônia. A sua mãe morreu num campo de concentração, mas ele conseguiu evitar a prisão e o envio aos campos escapando do Gueto de Varsóvia, e passou a Segunda Guerra Mundial em fuga permanente, de um lugar para o outro. Ao final da guerra estudou na Polônia, tendo concluído estudos na escola de cinema de Łódź, em 1959.

Seu primeiro filme de longa-metragem, realizado em 1962 e falado em polonês, A Faca na Água, recebeu boa acolhida da crítica e o lançou numa carreira internacional dirigindo filmes em inglês e francês.

Trabalhou como ator nos filmes Uma Simples Formalidade (1994), do diretor Giuseppe Tornatore, O Inquilino (1976), do próprio, e Dança dos Vampiros (1967), também dirigido por ele.

Casado com a atriz francesa Emmanuelle Seigner desde 1989, entre seus principais trabalhos estão Repulsa ao Sexo, O Bebê de Rosemary e Chinatown .

Crimes

Sua mulher Sharon Tate (que estava grávida de oito meses do primeiro filho do casal) foi assassinada brutalmente no dia 9 de agosto de 1969 por integrantes da Família Manson, liderada pelo psicopata Charles Manson, num dos mais famosos e bárbaros crimes da história criminal americana.

Outra polêmica na vida do cineasta é o fato de que não vai aos Estados Unidos desde 1978, por ter saído do país antes de poder ser condenado por "relação sexual ilícita com uma menor de 14 anos", e assim é considerado fugitivo da justiça. Desde então vive na França, tendo ele próprio assumido o crime em 1977, quando a adolescente tinha somente 13 anos. Em 27 de setembro de 2009, a convite do Festival de Cinema de Zurique, viajou à Suíça para receber um prémio pela sua carreira cinematográfica, e acabou sendo preso pelas autoridades helvéticas sob a alegação que um mandado internacional de prisão contra ele estava em vigor, devido à condenação acima citada.

Filmografia

* 2009 - The Ghost (pós-produção)
* 2005 - Oliver Twist
* 2002 - O Pianista (The Pianist)
* 1999 - O Último Portal (The Ninth Gate)
* 1994 - A Morte e a Donzela (Death and the Maiden)
* 1994 - Uma Simples Formalidade (Una Pura Formalità) - como ator
* 1992 - Lua de Fel (Bitter Moon)
* 1988 - Busca Frenética (Frantic)
* 1986 - Piratas (Pirates (filme))
* 1979 - Tess
* 1976 - O Inquilino (Le Locataire / The Tenant)
* 1974 - Chinatown (Chinatown (filme))
* 1973 - Quê? (What?)
* 1971 - Macbeth (The Tragedy of Macbeth)
* 1968 - O Bebê de Rosemary (Rosemary's Baby)
* 1967 - A Dança dos Vampiros (Dance of the Vampires)
* 1966 - Armadilha do Destino (Cul-de-sac)
* 1965 - Repulsa ao Sexo (Repulsion (filme))
* 1964 - Les plus belles escroqueries du monde
* 1962 - Nóz w wodzie
* 1962 - Sszaki
* 1961 - Gruby i chudy
* 1959 - Gdy spadaja anioly...
* 1959 - Lampa
* 1958 - Dwaj ludzie z szafa
* 1957 - Morderstwo
* 1957 - Rozbijemy zabawe
* 1957 - Usmiech zebiczny
* 1955 - Rower

Premiações

* Recebeu 3 indicações ao Oscar de Melhor Diretor, por "Chinatown" (1974), "Tess" (1979) e "O Pianista" (2002). Venceu em 2002.
* Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Roteiro Adaptado, por "O Bebê de Rosemary" (1968).
* Recebeu 2 indicações ao Globo de Ouro de Melhor Diretor, por "Chinatown" (1974) e "Tess" (1979). Venceu em 1974.
* Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro, na categoria de Melhor Roteiro, por "O Bebê de Rosemary" (1968).
* Ganhou o Urso de Ouro, no Festival de Berlim, com "Armadilha do Destino" (1966).
* Ganhou o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Berlim, por "Repulsa ao Sexo" (1965).
* Ganhou o Prêmio FIPRESCI, no Festival de Veneza, por "Nóz w wodzie" (1962).
* Recebeu uma indicação ao BAFTA, na categoria de Melhor Diretor, por "Chinatown" (1974).
* Ganhou o César de Melhor Filme e Melhor Diretor, por "Tess" (1979).
* Recebeu uma indicação ao Independent Spirit Awards, na categoria de Melhor Diretor, por "A Morte e a Donzela" (1994).
* Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Americano, por "Chinatown" (1974).