quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Elenco de ‘Lua nova’ relembra como foi primeiro beijo

Atores contam como foi sua primeira experiência ao namorar.
Kellan Lutz diz que gostava dos batons com sabor das meninas.



Bella e Edward estão descobrindo o amor ao longo da “Saga Crepúsculo”, mas a revista norte-americana “People” quis saber como foram os primeiros beijos, na vida real, dos atores que fazem o filme.


Kellan Lutz, que interpreta o vampiro Emmet Cullen, contou que sua “estreia” aconteceu aos 7 anos. E Peter Facinelli, o patriarca da família Cullen, contou que quase ficou com um olho roxo.


De acordo com a reportagem, Lutz estava participando de um ‘Jogo da Verdade’ quando foi desafiado a dar seu primeiro beijo. “Eu tinha provavelmente 7 anos. Aprendi a segurar uma garota e ganhei como melhor beijo”, lembra, orgulhoso, que confessou gostar de beijar as meninas por causa dos batons com gosto.


Facinelli deu seu primeiro beijo em um festival, em Nova York, aos 15 anos. “Deu tudo errado. Descobri que a garota com quem estava saindo tinha um namorado. O sujeito ficou muito bravo que eu estava beijando a namorada dele e quase me bateu.”


Já Nikki Reed, que interpreta a vampira Rosalie Hale, disse à “People” que não se lembra de seu primeiro beijo. Ao ver as cenas de amor entre Bella e Edward, não se empolgou muito para comentar. "Não acho nada de mais isso. Sou uma atriz e vejo as pessoas se beijarem o tempo todo.”

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Filme brasileiro denuncia massacre de mendigos nos anos 60

'Topografia de um desnudo' foi destaque no festival de Viña del Mar.
Dirigido por Teresa Aguiar, longa é adaptação de livro de Jorge Díaz.



Gracindo Júnior e Lima Duarte em cena do filme 'Topografia de um desnudo'.
O Festival Internacional de Cinema de Viña del Mar exibiu nesta sexta-feira (20) a estreia mundial do filme "Topografia de um desnudo", obra prima da brasileira Teresa Aguiar, que denuncia uma operação de extermínio de mendigos pela polícia no Brasil nos anos 60.
Baseado no roteiro homônimo do dramaturgo chileno Jorge Díaz, o longa retrata a "operação mata-mendigos", como foi denominada na época, como um processo de limpeza social às vésperas da visita da rainha Elizabeth II da Inglaterra ao Brasil.
O saldo da operação, prévia ao golpe de estado de 1964 que derrubou o presidente João Goulart, foi de mais de dez indigentes torturados e assassinados, que dias depois apareceram flutuando nos rio Guandu e Guarda.
O encontro da diretora com a obra do chileno ocorreu em 1972, quando Aguiar visitou Manizales, na Colômbia, para fazer um espetáculo teatral, e onde, por sua vez, estava sendo apresentada também a "Topografia de um desnudo".
"Para nós foi uma surpresa. Não conhecíamos esses casos. Falei várias vezes com Jorge Díaz por telefone e perguntei a ele: como o senhor ficou sabendo disso? Ele só encolheu os ombros", relatou Aguiar, antes de partir a São Paulo, onde nesta mesma sexta (20) estreia o filme no Brasil.
"Quando chegamos ao país, o traduzimos. O texto foi retido pela censura durante 15 anos. Depois começou a luta contra a censura econômica, que é a que nos impede fazer tudo na vida", explicou Aguiar, quem demorou 25 anos para levar a obra à telona.
Diante dos preparativos para a realização do Mundial de Futebol e das Olimpíadas no Brasil, Aguiar criticou que está ocorrendo uma situação parecida nas ruas, de onde, segundo conta, "a Polícia recolhe os mendigos quando os responsáveis internacionais por estes eventos circulam pelas capitais".
"Nosso grito de guerra é o seguinte: com mendigos na rua não há Olimpíadas nem Mundial de Futebol. Falarei em 22 de dezembro, em um ato em que fui convidada e em que estará Lula (o presidente Luiz Inácio Lula da Silva) assinará um documento para que os direitos das pessoas que vivem na rua sejam preservados", assinalou a cineasta.
"Não sei qual será meu futuro depois disto, mas eu direi bem claro", acrescentou.
Como professora de arte dramática, a diretora levou inicialmente a obra aos palcos teatrais de São Paulo, mas finalmente decidiu transferi-la para o cinema com uma "grande motivação": "discutir esse problema com mais pessoas".
É protagonista no filme o ator Lima Duarte, que após a projeção do filme destacou a necessidade de divulgar fatos como estes para que não voltem a ser repetidos.
Na introdução do texto de Díaz, homenageado no Chile com o Prêmio Nacional de Artes Audiovisuais e da Representação em 1993, o dramaturgo assinala que "a obra está baseada em um fato real ocorrido no Brasil na década de 60, e que os jornais informaram na época".
"É um testemunho livremente concebido que não pretende reproduzir rigorosamente os personagens nem os detalhes do ocorrido, mas os fatos poderiam ocorrer em qualquer país onde se encontre injustiça, repressão e violência", adverte o também autor de "El cepillo de Dientes (A escova de dentes, em livre tradução)".

terça-feira, 17 de novembro de 2009

'2012' arrasta multidão aos cinemas nos Estados Unidos


Filme arrecadou US$ 65 milhões nas bilheterias.
'Os fantasmas de Scrooge' ficou em segundo lugar.


Uma multidão aderiu às bilheterias dos Estados Unidos com a estreia do filme "2012", que atraiu milhares de espectadores aos cinemas e uma receita de US$ 65 milhões no primeiro final de semana de exibição.

O novo filme Roland Emmerich utiliza como pano de fundo o fim de um ciclo do calendário maia e as irregularidades no comportamento do sol para arrasar quase todos os continentes e reduzir a população mundial de bilhões para apenas centenas.

"A arrecadação diz que Emmerich é um cineasta incrível cujo trabalho repercute no mundo todo. Com este filme ganhou destaque pelos impressionantes efeitos especiais e à história", disse à revista "Variety" o presidente de distribuição internacional de Sony, Rory Bruer.

Em segundo lugar na bilheteria foi para o longa-metragem de Robert Zemeckis "Os fantasmas de Scrooge", com US$ 22,3 milhões, em tanto que a comédia "The Men Who Stare at Goats", com George Clooney, ocupou a terceira posição, com 6,2 milhões.


Ranking

A última surpresa de Hollywood, o drama independente "Precious", já se está na quarta colocação com US$ 6 milhões, um lucro já que conta só com 174 cópias em circulação.

O filme narra o pesadelo de uma jovem de 16 anos grávida para escapar do jugo de sua mãe - um doente mental interpretada por Mo'Nique - e valer-se por si mesma no bairro do Harlem, em Nova York.

A quinta posição é para "This is it", o filme sobre Michael Jackson, que somou US$ 5,1 milhões mais para um total de US$ 67,2 milhões desde sua estreia.

Além disso, o filme revelação do ano, a aterrorizante "Atividade paranormal", ultrapassou a barreira dos US$ 100 milhões graças aos US$ 4,2 milhões arrecadados neste final de semana.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Jake Gyllenhaal pode estrelar novo filme do filho de David Bowie

'Source code' mostra soldado que revive explosão de trem repetidas vezes.
Suspense terá mesmo produtor de 'O resgate do soldado Ryan'.


Jake Gyllenhaal está negociando estrelar o suspense "Source code", que será dirigido por Duncan Jones, filho do cantor David Bowie. De acordo com a revista "Variety", o filme terá produção de Mark Gordon, que trabalhou em "O resgate do soldado Ryan".

Jake Gyllenhaal pode viver soldado que tenta solucionar mistério
O longa-metragem conta a história de um soldado que acorda no corpo de um passageiro desconhecido e é forçado a viver e reviver repetidas vezes a explosão de um trem, até que ele possa determinar quem é o responsável pela bomba. A produção deve começar no início de 2010.


"Source code" será o segundo longa de Duncan Jones, que estreou nos cinemas este ano com a ficção científica "Moon", lançada em julho nos EUA.


Atualmente, Gyllenhaal está rodando "Love and other drugs", dirigido por Ed Zwick. O ator, que foi indicado ao Oscar de melhor coadjuvante por "O segredo de Brokeback Mountain", voltará às telas nos próximos meses no drama de guerra "Brothers", de Jim Sheridan, e na aventura da Disney "Prince of Persia".

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Diretor de 'Forrest Gump' adapta conto de Charles Dickens para o cinema

Animação 'Os fantasmas de Scrooge' é dublada por Jim Carrey.
Filme tem estreia mundial na próxima sexta-feira (6).



Pegue um clássico conto de Natal, acrescente uma dose de Jim Carrey e uma pitada de tecnologia inovadora. Asse por 96 minutos, à moda de Hollywood, e o resultado é "Os fantasmas de Scrooge", a versão mais recente da história escrita no século 19 por Charles Dickens, que chega aos cinemas mundiais na sexta-feira (6).

Descrita como filme que garante "emoções multissensoriais", a versão animada em 3D criada pela Walt Disney do clássico conto de fantasmas de Dickens surge após mais de 20 versões anteriores feitas para o cinema e a TV, incluindo as que foram estreladas por Barbie, Mickey e os Muppets.

Mas o diretor Robert Zemeckis acredita que nenhuma das versões anteriores captou a visão original de Dickens. O diretor premiado com o Oscar por "Forrest Gump" acha que desta vez acertou a mão.

"Acho que esta talvez seja a maior história sobre viagens no tempo já escrita na língua inglesa", diz Zemeckis.

Conhecido por representar múltiplas personalidades em "Eu, eu mesmo & Irene", Jim Carrey faz a voz e a imagem do sovina Ebenezer Scrooge - em todas as idades - e também os fantasmas do Natal Passado, Presente e Ainda por Vir.

"Cada espírito é um aspecto do próprio Scrooge", explica Carrey. "Acho que Scrooge é um cara que foi abandonado e nunca foi amado. Ele foi sendo decepcionado pela vida, repetidas vezes."

Horror, humor e diversão natalina

O filme de Zemeckis não se desvia da história conhecida de Dickens, na qual Scrooge inicia o feriado natalino com desprezo pelo Natal e então é visitado por espíritos que o ajudam a abrir seu coração para desfazer os anos de má-vontade em relação a sua família, seu fiel empregado e o menino doente Tiny Tim.

O filme emprega a tecnologia que Zemeckis já usou em "Expresso polar" (2004) e "Beowulf" (2007), que funde a imagem e as expressões faciais dos atores com personagens animados, criados por computador.

Com isso, Carrey, Gary Oldman, Bob Hoskins e Robin Wright conseguem encarnar vários personagens, dando a Zemeckis a liberdade de levar os espectadores em uma viagem pelo tempo, o espaço e o céu cheio de neve da Londres vitoriana, ao mesmo tempo acrescentando elementos de horror e comédia de pastelão ao filme.

Scrooge já foi representado por atores que vão desde o britânico Alastair Sim, em versão feita para o cinema em preto e branco em 1951, até Bill Murray em "Os fantasmas contra-atacam" (1988) e Michael Caine em "The muppet Christmas Carol" (1992).

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

'This is it' pode concorrer ao Oscar de melhor filme

Longa sobre últimos ensaios de Michael Jackson estreou quarta (28).
Filme não poderá ser considerado na categoria documentário.



'This is it' já arrecadou US$ 20,1 milhões em todo o mundo
O filme "This is it", que mostra os últimos ensaios de Michael Jackson, foi lançado tarde demais para ser considerado para a categoria documentário do Oscar 2010, mas pode concorrer a outros prêmios de Hollywood, incluindo o Oscar de melhor filme.
O longa-metragem, que teve sua estreia mundial na quarta-feira (28), recebeu elogios de fãs e críticos de diversos países, que afirmam que a produção reforça a reputação de Jackson como um artista de primeira. A produção está no topo das bilheterias e faturou US$ 20,1 milhões em todo o mundo apenas em seu primeiro dia em cartaz.
O diretor Kenny Ortega, colaborador de longa data de Jackson, reuniu mais de cem horas de imagens gravadas durante os ensaios para uma temporada de shows de despedida em Londres, que começariam em julho. O cantor morreu aos 50 anos no dia 25 de junho.
O cineasta afirmou que espera que o público do documentário aumente, "para que o máximo possível de pessoas vejam essa história maravilhosa sobre um homem brilhante". Ortega completou: "Prêmios, Oscars, são ótimos pensamentos para sonhar".

Possibilidade de indicação
Mas pode ser mais do que um sonho, afirma o jornalista Steven Gaydos, editor executivo da revista especializada "Variety". Com a expansão das indicações a melhor filme, que a partir de 2010 terá dez longas em vez de cinco, "This is it" pode conquistar seu lugar entre os concorrentes.
Segundo Leslie Unger, porta-voz da Academia de Ciências e Artes Cinematográficas, para disputar uma vaga entre os indicados a melhor filme, a produção deve ficar em cartaz durante no mínimo sete dias em Los Angeles. Ela acrescenta que "This is it" também pode ser considerado para outras categorias, como edição e som.
A Sony, que pagou cerca de US$ 60 milhões pelos direitos de distribuição do filme, planeja mantê-lo em cartaz por duas semanas. O estúdio não confirmou se vai submeter o documentário à premiação da Academia.
O filme não pode concorrer ao Globo de Ouro, já que a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, que organiza a cerimônia, não permite que documentários participem, segundo informações do assessor Michael Russell.
Ortega afirma que uma indicação ao Oscar poderia significar um reconhecimento à altura do último trabalho de Michael Jackson. "Ele merece", disse o diretor.

domingo, 25 de outubro de 2009

Em cartaz na Mostra de SP, documentário revela as muitas faces de Paulo Francis

'Caro Francis' tem exibição no festival neste domingo (25).
Diretor Nelson Hoineff também lança filme sobre Chacrinha.



'Caro Francis' reúne entrevistas e imagens de arquivo
Conhecido por não ter papas na língua, o jornalista Paulo Francis ganhou lugar cativo na história cultural brasileira do século 20. Admirado por muitos e odiado também por muitos, Francis arriscou muitas vezes opiniões sexistas, racistas, conservadoras e antipopulares e conseguiu em uma mesma vida se envolver em polêmicas com Lula, Caetano Veloso e a Petrobras.


Agora, 12 anos após sua morte, o jornalista ganha uma homenagem de um de seus maiores amigos, o diretor Nelson Hoineff, que lança o documentário "Caro Francis" na 33ª Mostra de Cinema de São Paulo. O longa-metragem tem exibição neste domingo, às 19h10, no Cine Bombril.

"Eu não queria fazer um filme biográfico, queria mostrar as muitas faces do Francis", afirma Hoineff. "Mas é acima de tudo um retrato sobre um amigo, assumidamente afetivo, longe da imparcialidade jornalística", completa o diretor, que também está lançando outro documentário no festival, "Alô, alô, Terezinha", sobre Chacrinha.

"Caro Francis" reúne entrevistas, cenas de arquivo de diversos momentos da carreira do jornalista, como os comentários ácidos e muitas vezes engraçados que fazia na TV Globo, e imagens pessoais, guardadas pela família, que revelam um Paulo Francis que poucos conheceram. "O Francis era polêmico e austero, mas também era um sujeito muito divertido e generoso", lembra o cineasta. O documentário deve entrar em cartaz no circuito comercial em janeiro.


Chacrinha
Nelson Hoineff conta que começou a fazer o filme sobre Paulo Francis quando já estava trabalhando em no documentário "Alô, alô, Terezinha", que também
estreia na Mostra de São Paulo e chega ao circuito nacional na próxima sexta-feira (30).

O longa revê a trajetória de José Abelardo Barbosa de Medeiros, o Chacrinha, que se transformou em um dos maiores comunicadores da história da televisão brasileira, e conta com depoimentos de artistas que participaram da trajetória do apresentador na TV, como Roberto Carlos, Rita Cadillac, Fábio Jr. e Elke Maravilha, entre outros, além de muitas imagens de arquivo.

"Acabei fazendo os dois filmes paralelamente, Chacrinha de um lado, Paulo Francis do outro. Foram meses de trabalho muito bem acompanhado", diz Nelson Hoineff.